"...Papai do céu gosta de meninos obedientes..."
"...Quem mente é filho do diabo..."
"...Ei, você não pode tomar a ceia pois está em pecado!"
Quantas vezes já ouvimos - ou até mesmo falamos - frases como estas, na intenção de obter uma mudança de atitude dos envolvidos?! Acabamos barganhando o perdão de Deus com um gesto (mesmo que fingido) de respeito, bom comportamento o simplesmente medo de desobedecer. Uns dias atrás estava na sala de aula falando sobre os povos Hebreus, quando um aluno me questionou se eu era cristão; respondi que sim, e continuei a aula. Novamente, ele me interrompeu pra dizer que também era protestante, e eu rapidamente com um olhar de censura lhe disse: "então por que você não se comporta como tal?". Isso o fez calar - e me deu certo alívio, visto que eu poderia continuar a minha aula.
Nesses ultimos meses, tenho lido alguns livros interessantes, e o ultimo que li me intrigou bastante (pra não dizer que gerou certo constrangimento). Deus falou profundamente ao meu coração a respeito da graça salvífica. De repente, veio a imagem do meu aluno levando um "tapa sem mão" ao melhor estilo fariseu - visto que minha vida não é muito diferente da de outras pessoas, e erro tanto quanto ele - e eu fazendo um papel de inquisidor daquele que carece da graça tanto quanto eu.
Quantas vezes isso não nos acontece? Achamos que somos muito bons e que nosso nível eclesiástico é suficiente para merecermos algo que venha da parte de Deus, e acabamos esquecendo que "todos se desviaram, tornaram-se juntamente inúteis; não há ninguém que faça o bem, não há nem um sequer...(Rm.3:12)" Viver dentro dos padrões mosaicos, onde você não pode cometer erros, ou falhar com aqueles que te rodeiam só nos traz um sentimento: frustração! Isso porque não temos condições de sermos bons o suficiente para merecer dádivas divinas. Não existe ninguém bom!
O pecado é um peso que iremos carregar até o dia glorioso do encontro com Cristo. No livro "O Peregrino", Cristão inicia sua jornada com um fardo muito pesado preso às suas costas, muitas dúvidas na cabeça, mas uma certeza: "Quero ir para cidade celestial, e vou deixar o Senhor do lugar me guiar até lá!" Em muitos momentos do livro, o fardo o encomoda bastante, fazendo-o por vezes vacilar e pensar em desisitir e é quando ele é liberto do fardo: "Ao chegar à cruz, soltou-se-lhe o fardo, instantaneamente, de sobre os ombros, e, rolando, foi cair na sepultura, donde não tornará jamais a sair...(O Peregrino, cap.6, pag. 21)
Vida cristã é isso. O apóstolo Paulo pediu a Deus que tirasse o espinho que ele tinha na carne, e a resposta do Senhor: "Minha graça é suficiente para você, pois o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza..."(2 Cor. 12:9). Certa vez ouvi que se o pecado nunca tivesse entrado no mundo, não teríamos a noção do tamanho do amor de Deus por nós, e isso é muito verdadeiro!
Quando olho para minha vida hoje, não consigo me imaginarlonge desse amor. Pois o Senhor me ama MESMO sabendo que não tenho condições de ser diferente do que sou: miserável, infiél, traiçoeiro, inimigo da verdade... PECADOR! E mesmo assim, "entregou-se por nós quando éramos inimigos seus!
"...Quem mente é filho do diabo..."
"...Ei, você não pode tomar a ceia pois está em pecado!"
Quantas vezes já ouvimos - ou até mesmo falamos - frases como estas, na intenção de obter uma mudança de atitude dos envolvidos?! Acabamos barganhando o perdão de Deus com um gesto (mesmo que fingido) de respeito, bom comportamento o simplesmente medo de desobedecer. Uns dias atrás estava na sala de aula falando sobre os povos Hebreus, quando um aluno me questionou se eu era cristão; respondi que sim, e continuei a aula. Novamente, ele me interrompeu pra dizer que também era protestante, e eu rapidamente com um olhar de censura lhe disse: "então por que você não se comporta como tal?". Isso o fez calar - e me deu certo alívio, visto que eu poderia continuar a minha aula.
Nesses ultimos meses, tenho lido alguns livros interessantes, e o ultimo que li me intrigou bastante (pra não dizer que gerou certo constrangimento). Deus falou profundamente ao meu coração a respeito da graça salvífica. De repente, veio a imagem do meu aluno levando um "tapa sem mão" ao melhor estilo fariseu - visto que minha vida não é muito diferente da de outras pessoas, e erro tanto quanto ele - e eu fazendo um papel de inquisidor daquele que carece da graça tanto quanto eu.
Quantas vezes isso não nos acontece? Achamos que somos muito bons e que nosso nível eclesiástico é suficiente para merecermos algo que venha da parte de Deus, e acabamos esquecendo que "todos se desviaram, tornaram-se juntamente inúteis; não há ninguém que faça o bem, não há nem um sequer...(Rm.3:12)" Viver dentro dos padrões mosaicos, onde você não pode cometer erros, ou falhar com aqueles que te rodeiam só nos traz um sentimento: frustração! Isso porque não temos condições de sermos bons o suficiente para merecer dádivas divinas. Não existe ninguém bom!
O pecado é um peso que iremos carregar até o dia glorioso do encontro com Cristo. No livro "O Peregrino", Cristão inicia sua jornada com um fardo muito pesado preso às suas costas, muitas dúvidas na cabeça, mas uma certeza: "Quero ir para cidade celestial, e vou deixar o Senhor do lugar me guiar até lá!" Em muitos momentos do livro, o fardo o encomoda bastante, fazendo-o por vezes vacilar e pensar em desisitir e é quando ele é liberto do fardo: "Ao chegar à cruz, soltou-se-lhe o fardo, instantaneamente, de sobre os ombros, e, rolando, foi cair na sepultura, donde não tornará jamais a sair...(O Peregrino, cap.6, pag. 21)
Vida cristã é isso. O apóstolo Paulo pediu a Deus que tirasse o espinho que ele tinha na carne, e a resposta do Senhor: "Minha graça é suficiente para você, pois o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza..."(2 Cor. 12:9). Certa vez ouvi que se o pecado nunca tivesse entrado no mundo, não teríamos a noção do tamanho do amor de Deus por nós, e isso é muito verdadeiro!
Quando olho para minha vida hoje, não consigo me imaginarlonge desse amor. Pois o Senhor me ama MESMO sabendo que não tenho condições de ser diferente do que sou: miserável, infiél, traiçoeiro, inimigo da verdade... PECADOR! E mesmo assim, "entregou-se por nós quando éramos inimigos seus!
Depois de tudo isso, não tem como não se apaixonar por esse Deus. Afinal, não tem nada haver com o que eu faço ou deixo de fazer, tem haver com esse amor que ME CONSTRANGE! Não tem nada haver com viver pela lei, pois ela só existe pra me mostrar que não consigo sozinho... é tudo SOBRE A GRAÇA que me envolve de forma que não consigo escapar... pois ELA ME BASTA!